Buscar
  • Julia Rodrigues

Marketing é decidir!

Atualizado: 8 de Nov de 2018

Existem muitas características que compõem uma boa gestão, mas sem dúvida, a capacidade de decidir com eficiência é uma das mais essenciais. Lidar com as diversas variáveis, habilidades e limitações, até mesmo o cenário, construindo e tomando decisões, exige a compreensão dos elementos motivadores e aqueles que devem compor esse processo.



A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz. Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados. As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.


O que acontece em algumas empresas é que existe:


1-A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

2-Desconhecimento do que o consumidor deseja;

3-Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

4-Se a distribuição está cumprindo seu papel;

5-Como a comunicação está chegando ao consumidor;

6-O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.


Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços. Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto. As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

Diante de tantos desafios, como deveriam ser tomadas as boas decisões? O processo decisório ideal deve seguir por seis estágios:


1. Identificar e diagnosticar o problema

Observa-se no primeiro estágio do processo decisório, que é reconhecer que existe um problema a ser resolvido. Tipicamente, um administrador percebe algumas discrepâncias entre o estado atual (o modo como as coisas estão) e o estado desejado (o modo como as coisas deveriam estar).


2. Elaborar Soluções Alternativas

Verifica-se no segundo estágio, o diagnóstico do problema está ligado ao desenvolvimento de cursos de ação alternativos direcionados a sua solução. Os administradores geram pelo menos algumas soluções alternativas com base em experiências passadas. As soluções variam desde prontas até aquelas feitas sob medida .

3. Avaliar as Alternativas Passa-se para o terceiro estágio, onde envolve a determinação do valor ou da adequação das alternativas geradas. Qual solução será melhor? As alternativas obviamente devem ser avaliadas com mais cuidado. É fundamental nesse processo prever consequências que poderão ocorrer se as várias opções forem efetivadas. Os administradores devem considerar diversos tipos de consequências.


4. Fazer a Escolha

Tendo-se uma vez considerado as prováveis consequências das opções, é o momento de se tomar a decisão. Conceitos importantes nesse estágio são maximização, satisfação e otimização. Realiza-se a maximização para tomar a melhor decisão possível. A decisão de maximização resulta nas positivas consequências e no mínimo de consequências negativas. Em outras palavras, a maximização resulta no máximo benefício ao menor custo, com o maior retorno esperado.


5. Implementar a Decisão Veja-se que processo decisório não termina quando uma escolha é feita. A alternativa escolhida precisa ser implementada. Algumas vezes as pessoas envolvidas na escolha devem efetuá-las. Em outras ocasiões, delegam a responsabilidade pela implementação a outras pessoas, como no caso de uma equipe administrativa que modifica uma política ou procedimentos operacionais e possui supervisores de primeira linha para levar a mudança adiante.


6. Avaliar a Decisão

Chega-se ao estágio final do processo decisório, que é a avaliação da decisão. Isso significa coletar informações sobre o quão bem a decisão está operando. As metas quantificáveis 20% de acréscimo nas vendas, 80% de redução de acidentes, 100% de entrega dentro do prazo podem ser estabelecidas mesmo antes de a solução do problema ser efetuada. Então, dados objetivos podem ser coletados para se determinar criteriosamente o sucesso (ou fracasso) da decisão. A avaliação da decisão é útil se o feedback é positivo ou negativo. Um feedback que sugere que a decisão está funcionando implica que a decisão deve ser continuada e talvez aplicada a toda a organização.


Quer uma ajuda para tomar a melhor decisão para o marketing de sua empresa, produto ou serviço?

Converse com a Trilha! Ligue 3206-9912!

8 visualizações

Rua Américo Bertoni nº 5- 49 
Jardim Bela Vista. Bauru-SP.
Tel: (14) 3206-9912/ (14) 9.9111-6684

  • Branca Ícone LinkedIn
  • behance
  • Branco Facebook Ícone
  • Branca Ícone Instagram

 Agência Trilha - 2019

whatsapp agência trilha