• Ana Pirágine

O poder dos influenciadores acabou?

Com o aumento do uso das redes sociais pelo país, aumentou-se também a quantidade de influencers e de seus seguidores fiéis. É comum que os influencers ganhem produtos das marcas para divulgá-los em suas redes sociais. Porém, segundo uma pesquisa do Grupo Consumoteca sobre o mercado da beleza, apenas 5% das mulheres entrevistadas confiam na opinião das influencers sobre um produto.

“Com os contratos milionários, produtos próprios e ‘recebidinhos’, a consumidora tem dificuldade em diferenciar o que é uma opinião genuína e o que é uma publicidade.” – Michel Alcoforado, antropólogo e sócio-fundador do grupo Consumoteca


Podemos afirmar que esta situação pode se alastrar para diversos outros setores, afinal, cada vez mais marcas vêm investindo seu marketing em influenciadores digitais.


E QUAL É A CONSEQUÊNCIA DISSO?

A “queda” dos influencers traria um outro tipo de divulgação à tona: o Marketing de Indicação, que é uma das tendências de marketing para 2022 segundo a Agência Orgânica. Fidelização de clientes, bom atendimento e, claro, bons produtos e serviços levariam estas pessoas a indicar a empresa para seus amigos.


Ainda com os dados da pesquisa da Consumoteca, 20% das mulheres se sentem motivadas a experimentar um produto de beleza que foi indicado por suas amigas.


Assim, em 2022 temos uma nova tarefa: fazer com que Marketing e Vendas trabalhem juntos, gerando visibilidade e fechando negócios de forma planejada, já pensando na experiência do cliente que poderá ser uma alavanca importante para a marca.


“Pessoas influenciam pessoas. Nada influencia mais a decisão de compra que a recomendação de um amigo confiável.” – Mark Zuckerberg